sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Hoje foi o dia

Tanto saltei dentro de água sempre que sentia uma alga a roçar-me na perna, a pensar que era o raio de uma alforreca, que hoje acertei.
Estava eu descansada com água pelo joelho quando uma coisa gelationosa me toca na perna.
Claro que saltei, fugi nem sei como com tanta velocidade dentro d'água, que derrubei o rapaz pelo caminho e nem me apercebi.
E depois fiquei à espera. Á espera da dor, do ardor que sempre ouvi dizer que dava. A imaginar o meu namorado a esfregar as mãos, pronto para me mijar para cima, porque sempre me disse que era a única maneira de parar o ardor. 
Mas a cabra estava morta e andava só ali a boiar e a tentar matar-me do coração. E quase conseguiu, porque a praia esteve encerrada à umas semanas por causa das alforrecas mais malvadas que são as Caravelas Portuguesas.
E com a sorte que eu tenho.. pareceu-me ver tentáculos de vários metros e tudo.
Mas pronto, ela nem tinha tentáculos a bem dizer.


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