Ando aflita da garganta há umas semanas, mas acho sempre que uns ben-u-ron's e pastilhas para a dita cuja, resolvem o problema.
O ar-condicionado devia ser proibido é o que é.
Ultimamente estas dores transformam-se em faringites que só "morrem" com antibióticos. A última grande malvada que me atirou ao tapete foi na passagem de ano. Ás 3h da manhã tive de abandonar o barco e ir para casa tremer de febre e começar a fazer a medicação a sério.
Parece-me que esta vai ser a segunda faringite do ano.
Como tenho acordado nos últimos dias com a garganta inflamada e sem conseguir falar ou respirar, o que me impede de trabalhar a primeira e a segunda de viver, quando saí do trabalho às 15h fui às urgências do centro de saúde.
Parece que as urgências agora são, como direi, selectivas. Dá-me a sensação que são apenas para desempregados e reformados. Porque mais ninguém fora dessa classe profissional deve conseguir consulta.
Há apenas 20 senhas diárias que são distribuídas um pouco antes das urgências abrirem às 14 ou 15h! Cheguei às 15.35h e não havia vagas. "Tente amanhã" disse-me a esperteza da recepção.
Questiono-me: será que para não morrermos hoje em dia, temos de ter o cuidado de programar a hora a que nos vai dar a travadinha ou melhor, temos de antecipar para pudermos ir a tempo para a fila, tirar senha?
Como os astros não estão alinhados para mim hoje, nem na clínica onde sou sócia consegui consulta para breve, só daqui a 10 dias. Férias e formações. 'Bora lá ter médicos menos stressados e mais qualificados.
Peço desculpa por ter adoecido e não achar bem ter de desembolsar 50€ só para me darem a porra dum antibiótico!
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