"Estou agoniada", é tudo o que consigo dizer sobre o meu Natal. Nem sou de comer fritos, excepto os cuscorões, mas parece que o fim do mundo se aproxima em jeito de gastroenterite ou algo idêntico.
Ontem senti que ia entrar em overdose de mousse de chocolate a qualquer instante e achei por bem resolver a questão com uma fatia de cheesecake. Não resultou.
Hoje a primeira coisa que fiz quando abri os olhos foi arrotar.
Apesar dos desvarios gastronómicos, foi um bom Natal na companhia de toda a família, 13 como de costume.
As prendas que se queriam, a companhia que se queria e a chuva e o frio que podia ter ficado lá longe.
Ainda faltam uns dias para o fim do ano, mas ando com uma sensação estranha. E por estranho não sei dizer se é um estranho bom ou um estranho mau. Correndo o risco de parecer a Maya, sinto nos ossos que mudanças se avizinham e coisas importante vão acontecer. Só espero que seja o estranho bom, porque 2013 foi um ano muito difícil em todos os aspectos e se 2014 não for melhor, para o ano escrevo-vos da Ala Psiquiátrica do Hospital do Barreiro.
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